Artº 1 hipnose / Pnl

E ai rapazes e gurias

Estou à um tempo lendo lendo e entendendo sobre o assunto, e buscando informações e artigos que estarei publicando aqui, com suas devidas autorias é claro, mais que não podem deixar de faltar para alguns seguidores do assunto. (PNL - AUTO HIPNOSE- HIPNOSE)

Quem não sabe o que é, não leia, ou leia e tente entender, quem sabe...bom....é só mais artigos para ler e entender melhor.

    EDIT - Isso mesmo venho à tempos estudando, à mais de 1 ano para ser especifico, e em todo esse tempo sempre gravei em meu pen drive os assuntos 'legais', de um tempo para cá, venho lendo, entendo e editando para fazer o que sai hoje!
    Um artigo com junções de vários artigos!

Como muitos são livros, e ou, artigos que não dá pra copiar e editar, estou transcrevendo, claro os melhores!

PNL!!!]

Como são muitas e muitas coisas, o artigo será divido em partes, indo de básico ao avançado.

CRENÇASANTONIO AZEVEDO

Pense em suas Crenças como a mobília de sua casa mental. Podem ser individualmente valiosas e até úteis em certos momentos; mas ás vezes atravancam o caminho e se tornam de difícil manuseio. E podem ficar antiquadas. E, as vezes, podemos gostar de certas Crenças, mas elas não "combinam" com o resto da decoração de nossa casa mental.

Pense em Crenças como Paradigmas (pressuposições úteis para realizar tarefas, mas que não podemos ter certeza absoluta se são Verdadeiras ou Falsas).

Se é assim, liste para você algumas Crenças que podem ser muito eficazes:
    * o meu corpo é naturalmente saudável.
    * o meu estado básico é flexível de acordo com as situações de vida.
    * eu aprendo com cada experiência.
    * não existem erros, existem explorações de caminhos de vida.
    * corpo e mente são um único sistema.
    * a minha criatividade se expressa nas minhas ações, emoções, pensamentos e intuições.
    * sintomas de doenças são alertas para a busca do reequilibro.

Como mudar Paradigmas

1. Identifique as suas Crenças (Paradigmas) e pergunte-se: o que esta crença está fazendo por mim? O que faz pela minha saúde? Pelo meu sucesso no futuro? Pelos meus objetivos? Pelos meus relacionamentos? Ela me ajuda (Crença Poderosa) ou me limita (Crença Limitante)? Que benefícios ocultos (secundários) ela me traz de bom, mesmo que me limite em alguma coisa?

2. Reconheça que não é tão fácil apenas abandonar uma crença. É necessário colocar uma alternativa no lugar, para manter o equilíbrio em seu universo mental. Pergunte-se: em que eu gostaria de acreditar? Como minha saúde melhoraria com esta nova Crença? E meu sucesso? Meus objetivos? Meus relacionamentos? Conseguiria obter, com esta nova Crença, os mesmos benefícios secundários que a Crença antiga me trazia?

3. Verifique a congruência desta nova Crença. Pergunte-se: há algo em mim que possa resistir ou tentar me impedir que eu mude para este novo paradigma? Há algo em mim que já se encaixa e favoreça este novo paradigma?

4. Analise as submodalidades sensoriais de algo em que acredita tranqüilamente que possa ser ou acontecer (por exemplo, que o Sol é uma estrela no céu ou que as sementes, plantadas com água e terra, possam germinar). Observe como você pensa a respeito disso e como representa seus pensamentos internamente.

5. Analise as submodalidades sensoriais de algo que você duvida que possa ser ou acontecer (por exemplo, que os elefantes não existam ou que uma mesa possa se transformar em uma formiga). Repita o exame e identifique as diferenças na representação sensorial de um pensamento acompanhado de um sentimento de Certeza para um pensamento acompanhado de um sentimento de Dúvida.

6.Observe uma determinada Crença (paradigma) inadequado que ainda possua (tais como ter propensão para resfriados ou ser uma pessoa hipersensível). Analise as submodalidades sensoriais deste tipo de pensamento e verifique se aproximam mais dos que suscitam sentimentos de Certeza ou dos que suscitam sentimentos de Dúvida.

7. Com cuidado, experimente pequenas mudanças de submodalidades. Identifique a alteração de uma determinada submodalidade que altere o sentimento subjacente. Exercite várias vezes em seu universo mental, com sua magia interna (i + maginação), e exercite algumas vezes no universo material, sem se preocupar de início com o perfeito sucesso das experiências, até que seja natural para você.




Ressignificação em 6 passosPara desfrutar das vantagens da Ressignificação em Seis Passos, sente-se em uma cadeira confortável e siga os passos indicados a seguir. É provável que você consiga resultados completos ao seguir este processo. Mesmo quando não chegam ao final, as pessoas sempre sentem os resultados benéficos dos passos que conseguem completar. Em geral, é mais fácil alcançar resultados com a ajuda de alguém que conheça o m étodo.

Alguns dos passos do processo podem parecer um tanto estranhos. Nós os achamos estranhos no início. Sempre dizemos: "A única razão para fazermos algo tão estranho é que alcançamos resultados — em geral, de maneira fácil e rápida". O pior que pode acontecer é nada, e com freqüência as pessoas obtêm novas opções para p roblemas que as incomodaram durante anos.


Passo nº 1. Escolha um comportamento ou sentimento de que não gosta.
Talvez você fume, coma demais, deixe tudo para a última hora ou sinta-se incapaz ou chateado, as vezes, ou ainda sofra de algum problema físico. Escolha algo específico (X) e depois pense "naquele seu lado que o faz fazer X".

Passo nº 2. Inicie uma conversa com esse seu lado.
Primeiro, vá para dentro de si mesmo e peça desculpas a esse seu lado por não lhe ter dado a devida importância antigamente. Diga-lhe que agora percebe que ele deseja fazer algo importante e positivo por você, ao fazer X, mesmo que ainda não saiba exatamente qual seja esse propósito positivo. Quanto mais delicado e educado você for com esse seu lado, mais ele estará receptivo para se comunicar com você.

Agora, feche os olhos e faça em silêncio a seguinte pergunta: "Será que este meu lado que me faz fazer X estaria disposto a se comunicar agora comigo, de maneira consciente?" Após ter feito a pergunta, observe o que vê, ouve ou sente. Isso pode parecer estranho, mas não há problema; apenas observe o que acontece. Geralmente, recebemos vários sinais do nosso lado inconsciente: a imagem de uma pessoa ou de um animal que sacode a cabeça, uma cor ou uma forma, sons ou palavras. Muitas pessoas sentem uma sensação no corpo — um repuxamento na espinha, calor nas mãos ou no rosto, um aumento dos batimentos cardíacos, ou algo diferente.

Talvez você sinta algum aspecto da antiga reação em relação ao problema. Por exemplo, se estiver trabalhando com um lado que o faz sentir-se zangado, talvez sinta um ponto de tensão no estômago ou um aperto no coração. Alguns sinais são tão específicos e surpreendentes que sabemos imediatamente que há um outro lado nosso que está se comunicando conosco. Às vezes, o sinal pode se parecer com os nossos pensamentos e imagens normais. Assim que conseguir obter um sinal, pare para agradecer ao seu lado por estar se comunicando.

Como a remodelagem funciona com os lados "inconscientes" das pessoas, é muito importante que o sinal seja tal que não possa ser repetido através de um esforço consciente. Isso lhe dará a certeza de que não está enganando a si próprio. Tente imitar conscientemente o sinal que recebeu. Se não for possível, o sinal é válido, e você pode passar ao passo seguinte. Se for possível repetir o sinal, diga simplesmente ao seu lado interior: "Para que eu possa ter certeza de que estou me comunicando com você, preciso receber um sinal que esteja realmente fora do meu controle. Como consegui repetir o sinal que você acabou de me enviar, por favor escolha um outro que eu não consiga repetir", e espere por uma nova resposta. A cada vez que o lado interior se comunicar, agradeça-lhe a resposta — mesmo que ainda não a compreenda bem.

O que quer que veja, ouça ou sinta como resposta à sua pergunta, é necessário saber o que significa o sinal — quando o lado que está se comunicando está dizendo "sim" ou "não". Você deve ir para dentro de si mesmo e perguntar: "Para que eu possa saber exatamente o que você quer dizer, se isto é um sim, se está disposto a se comunicar comigo em nível consciente, por favor aumente o sinal" (luminosidade, volume ou intensidade). Se você quer dizer não, que não está disposto a se comunicar, por favor diminua o sinal" (l uminosidade, volume ou intensidade).

Normalmente, o sinal deve aumentar ou diminuir, e não importa qual seja a resposta. Se o seu lado interior mandar um sinal de que não deseja se comunicar, ainda assim é um tipo de comunicação. Quase sempre, esta mensagem quer simplesmente dizer que existe um tipo de informação que esse seu lado não quer comunicar, e nesse caso não há necessidade de comunicação.

Passo nº 3. Separar o comportamento da intenção positiva.

Este é o momento de distinguir entre o comportamento ou reação do lado interior e o seu objetivo ou intenção positiva. É importante lembrar que partimos do princípio de que, mesmo que o lado interior esteja fazendo algo de que não gostamos, ele o está fazendo com algum propósito positivo importante.

Vá para dentro de si mesmo e pergunte a esse seu lado: "Você está disposto a me informar o que há de positivo quando me faz fazer X?" Ele pode lhe responder com o mesmo sinal de sim ou não criado no passo nº 2.

Se seu lado interior disser que sim, agradeça-lhe e pergunte-lhe se deseja esclarecer o motivo. Se ele disser não, agradeça-lhe também e diga-lhe que você está partindo do princípio de que ele deve ter suas razões para não lhe esclarecer o motivo agora. Então, pode passar ao passo nº 4, mesmo que não saiba conscientemente qual a intenção positiva.

É muito importante não tentar "adivinhar" os motivos do lado interior, achando que sabe o que ele está querendo nos dizer. A ressignificação nos fornece um meio de obter a resposta diretamente do lado interior. Se não tiver certeza do que ele está dizendo ou mostrando, pode usar o sinal de sim ou não para saber. Por exemplo, pode-se dizer mentalmente: "Acho que sua intenção positiva é me ajudar a ser bem-sucedido. Por favor, dê um sinal de sim, se for verdade, ou de não, se eu estiver enganado". Cada pessoa recebe mensagens que são válidas apenas para ela e que podem ser completamente diferente das mensagens recebidas por outras pessoas. A enxaqueca pode conter uma mensagem diferente para cada pessoa. (Pior ainda é tentar adivinhar o que querem dizer os lados interiores de outras pessoas e dizer o que achamos que pode ser propósito.)

Se receber um "propósito positivo" que não lhe agrade ou lhe pareça negativo, agradeça ao seu lado pela informação. Em seguida, pergunte: "O que quer fazer por mim de positivo com essa atitude?" Continue a fazer esta pergunta até obter um propósito positivo com o qual esteja de acordo.

Até aqui, chamamos o seu lado interior de "o lado que faz você fazer X". Agora, passaremos a chamá-lo "o lado que quer Y", pois estaremos reconhecendo e aceitando sua intenção positiva.

Passo nº 4. Descobrir novos comportamentos ou reações.

Peça mentalmente ao seu lado que use o sinal de sim/não para responder à seguinte pergunta: "Se houvesse outras maneiras que você (o lado que quer Y) achasse positivas, gostaria de usá-las?" Se seu lado interior compreender o que você está dizendo, sua resposta será sempre sim. Você está lhe oferecendo melhores opções para conseguir o que deseja, sem eliminar a sua antiga maneira de agir. Se obtiver a resposta negativa, isso significa apenas que o lado não entendeu o que você está lhe oferecendo. Neste caso, explique-lhe de maneira mais clara, para que ele possa entender e concordar.

Agora, pare por um instante para perceber o seu lado criativo. Todos nós temos um lado criativo. É importante esclarecer que não estamos falando de criatividade artística. Trata-se apenas de nosso lado que descobre uma nova maneira de distribuir os móveis ou imagina uma maneira diferente de se divertir. Se preferir usar uma palavra diferente no lugar de criativo, perfeito. Qualquer que seja o nome que você lhe dê, esse seu lado vai gerar maneiras alternativas de satisfazer a intenção positiva.

Vá para dentro de si mesmo e peça ao seu lado que quer Y que "Entre em contato com o lado criativo e diga-lhe qual é sua intenção positiva, para que ele possa entender". Depois, convide seu lado criativo a participar, da forma que esses lados mais gostam de fazer: "Assim que entender qual é a intenção positiva, por favor comece a criar outras possibilidades para atingir esse propósito e as comunique ao lado que deseja Y". Algumas dessas possibilidades não vão funcionar, outras talvez funcionem em parte, enquanto outras funcionarão às mil maravilhas. A função do lado criativo é examinar rapidamente as possibilidades, de forma que o outro lado possa escolher a que julgar mais conveniente. "O lado que deseja Y poderá então selecionar novas maneiras tão boas ou melhores do que X para alcançar seu propósito positivo. A cada vez que selecionar uma escolha menor, ele me fará um sinal de sim, para que eu saiba.

Quando tiver recebido três sinais positivos, pode passar ao passo seguinte. Agradeça tanto ao seu lado criativo quanto ao lado que deseja Y a ajuda que acaba de receber, mesmo não sabendo conscientemente quais são suas três novas opções.

Passo nº 5. Comprometimento e teste do processo. 

Pergunte ao lado que deseja Y: "Você está realmente disposto a usar essas novas opções nas situações apropriadas, para descobrir como elas vão funcionar?" Peça ao lado que responda com o sinal de sim ou não. Se a resposta for sim, passe ao passo nº 6. Se for não, descubra qual é a objeção. Talvez tenha de voltar ao passo nº 5, para obter novas opções que satisfação a objeção.

Passo nº 6. Verificação da ecologia interna.

O lado que deseja Y está satisfeito, pois tem três novas opções. Agora, pergunte mentalmente aos seus outros lados: "Algum de vocês tem alguma objeção quanto às novas opções?" Se não receber nenhum sinal interior, o processo está completo. Se receber algum sinal — seja vendo, ouvindo ou sentindo algo dentro de você —, é preciso saber se é uma objeção real ou se simplesmente um lado seu está empolgado por ter novas opções. Diga: "Se tiver alguma objeção, por favor aumente o sinal de sim; se não tiver objeção, diminua-o, para que se torne um não." Se houver um lado com objeção, você poderá retomar o processo de Ressignificação em Seis Passos com o novo lado e com o lado que deseja Y, para encontrar três novas opções que satisfaçam as intenções positivas de ambos os lados. Se receber vários sinais de objeção, volte ao passo nº 2 e peça a todos os seus lados que tenham objeções que formem uma "comissão" que irá identificar as intenções positivas de cada um dos lados e selecionar novas opções dentre as geradas pelo lado criativo. É importante ter certeza de que cada uma das novas opções satisfaça todos os lados em questão. Um consenso, ao invés de um voto por maioria, resultará numa mudança duradoura e tranqüila. A partir do momento em que todos os lados estejam de acordo, você irá automaticamente agir de maneiras novas e mais eficientes.

Depois de usar a Ressignificação em Seis Passos inúmeras vezes em nós mesmos e em outras pessoas, vimos que este método oferece uma forma de nos amarmos. Não há dúvida de que, se olharmos apenas os comportamentos e sentimentos que nos desagradam, é fácil não gostarmos de nós mesmos e dos outros. A ressignificação nos mostra como sermos receptivos a cada um desses comportamentos e sentimentos, graças aos seus propósitos positivos. Se nos sentimos infelizes, culpados, zangados ou embaraçados, ao invés de nos criticarmos por termos esses sentimentos, podemos aceitá-los e descobrir qual o propósito positivo de cada um deles. À medida que descobrimos outras formas de atingir esses objetivos positivos, não mais precisaremos ter sentimentos desagradáveis ou comportamentos problemáticos.

Fonte; Transcrito do livro ; A essência da mente - Usando seu poder interior para mudar.



Exercícios de pressupostos da PNL1 – Escolha uma situação/problema, como desconforto no relacionamento.

2 – De 'meta-posição', faça um BFO (Boa Formulação de Objetivos) da situação desejável, através do visual construído, percebendo a situação com VAK (ver, ouvir, sentir intensamente a situação).

3 – Determine um espaço para a situação problema e escolha mais cinco espaços para representar os pressupostos da PNL. Como mostra a figura abaixo:

4 – Acesse a situação problema e o contexto no qual ela ocorreu, vendo, ouvindo e sentindo (VAK).

5 – Caminhe em cada um dos espaços de pressuposição, percebendo inteiramente a situação através dos filtros de cada pressuposição, usando VAK.

Observação: A Ecologia deve ser por último.

6 – Acesse a pressuposição inteiramente e vá para o espaço da situação problema acrescentando a ele o recurso da pressuposição e perceba como fica.

Representação – Mapa não é território:
Perceba como você está representando a situação. Experimente mudar essa representação, vendo, ouvindo e sentindo, modificando a situação, a pessoa, de várias formas (VAK).

Confiança da Competência:
As pessoas têm todos os recursos que necessitam para lidar com as situações. Experimente a situação confiando na competência da pessoa, acreditando nos seus recursos internos, vivenciando plenamente a situação (VAK).

Flexibilidade:
Busque três outras formas diferentes para lidar com a situação, pois variando comportamentos e ações pode-se alcançar melhores resultados. Experimente cada situação intensamente (VAK).

Intenção Positiva:
Todo comportamento tem uma intenção positiva para quem o pratica. Identifique a intenção positiva do outro, separe o comportamento dessa intenção e fique com a intenção.

Ecologia:
Verifique a ecologia interna, entrando em contato com todas as partes integrantes do seu ser. Perceba se estão apoiando essas mudanças, se estão congruentes com a sua nova percepção da situação.

Verifique, ainda, a ecologia externa. Perceba como essas mudanças ficam em relação às outras pessoas (VAK).

7 – Ao final, faça a ponte para o futuro e perceba se houve mudanças internas em relação à situação.

8 – Pergunte como seria se a pessoa entrasse no recinto naquele momento.

Arquivo transcrito de folha sem autor - ;(



Gerador de novos comportamentosOs princípios do Gerador de Novos Comportamentos são:

    1. Imaginar sua meta em contexto.

    2. Usar ensaio mental dissociado para aprendizagem.

    3. Usar ensaio mental associado para prática e aperfeiçoamento.

Passo 1: Decida quanto ao que você quer melhorar ou que novo comportamento deseja aprender.

Você pode querer ter mais recursos em uma determinada situação, ou pode querer melhorar suas habilidades nos esportes ou ao fazer treinamentos ou apresentações.

Passo 2: Diálogo interno.

Pergunte-se: "O que desejo fazer de forma diferente? Como eu pareceria e soaria se estivesse fazendo isso exatamente como desejo fazê-lo?"

Passo 3: Relaxe.

Deixe as imagens e os sons emergirem Olhe para cima a direita e veja a si mesmo desempenhando a habilidade exatamente como deseja fazê-lo. Se isso for difícil, pense em alguém que faça isso muito bem e olhe e ouça essa pessoa em sua imaginação. Finja que é diretor de seu próprio filme. Você deseja fazer com que esse filme seja o melhor possível. Edite-o até que esteja completamente satisfeito.

Passo 4: Associe-se à imagem.

Quanto estiver satisfeito, associe-se à imagem. Agora imagine que está efetivamente fazendo o que viu. Olhe para baixo e acesse o sistema cinestésico. Como se sente? Se não lhe parecer certo, volte para o passo três e faça ajustes adicionais. Se outras pessoas estiverem envolvidas, qual será o efeito sobre elas? Verifique a ecologia.

Passo 5: Ancore a pista ou gatilho.

Quando estiver satisfeito com seu desempenho de uma perspectiva associada, pense em que pista ou gatilho o lembrará de usar essa nova habilidade no futuro. Ancore-a.

Passo 6: Faça uma ponte ao futuro.

Imagine o gatilho disparando. Imagine-se respondendo de sua nova maneira e desfrute de sensação que tem em relação à isso.

Fonte; Site ; Descubra PNL



Mudança de história pessoal na linha do tempo1 - O explorador estabelece uma linha de tempo e fica na linha no presente, associando-se a uma sensação ou resposta indesejada e recorrente que gostaria de modificar. O Guia cria uma âncora cinestésica da sensação.

2 - Segurando a âncora, o guia pede que o explorador ande para trás, usando esta sensação como um guia para voltar no tempo, encontrando outras vezes que teve essa sensação ou resposta. O explorador mantem-se associado nas experiências. Quando houver uma intensificação da fisiologia associada os estado problema, o guia pede que o explorador note o que está se passando com ele nesse momento. O explorador continua andando para trás até que encontre a primeira vez (ou a mais intensa vez) que teve a sensação. O explorador dá mais uma passo para trás para ter certeza que encontrou o começo da “programação mental” e a fisiologia da sensação negativa deve desaparecer.

3 - Explorador desassocie-se desta experiência e vai para uma meta-posição fora da linha do tempo, ao lado do presente, numa perspectiva “através do tempo”. O guia ajuda o explorador a entender que ele fez o melhor possível com os recursos e mapa de mundo que tinha naquele momento e que agora, mais madura, já tem muitos recursos e uma compreensão maio que não tinha quando o estado problemático começou.

4 - O guia ajuda o explorador a identificar o recurso que precisava nas situações do passado que faria com que pudesse responder mais adequadamente. Ainda em meta-posição, o guia ajuda o explorador a encontrar uma forte experiência de referência para o recurso e em seguida, cria uma âncora cinestésica para o estado de recursos. Pode-se fazer uma pilha de âncoras.

5 - Segurando esta âncora, o guia leva o explorador de volta para a linha do tempo, para um espaço logo antes da primeira experiência. Enquanto o guia segura a âncora, o explorador anda para frente na sua linha de tempo. A “Mudança de História” se dá à medida que o explorador revivencia as experiências, só que desta vez com o recurso presente, criando uma nova experiência satisfatória, voltando no tempo até o presente.

6 - Quando tiver alterado as experiências do passado a contento, o explorador vai para meta-posição e lembra destas experiências sem a âncora de recursos, como um teste. Se as memórias subjetivas não foram alteradas, repita o processo com recursos mais intensos e apropriados.

7 - Quando, finalmente, as experiências do passado foram realmente alteradas, o guia pede que o explorador faça uma ponte ao futuro, o explorador se coloca mentalmente numa situação que antigamente provocava a reação antiga. Se já houve uma generalização da aprendizagem, a fisiologia associada aos recursos deve se manifestar. Caso o explorador na demonstre essa fisiologia, descubra quais os recursos necessários serão importantes a acrescentar e volte a introduzi-los na linha do tempo atpe que se obtenha um resultado satisfatório.



Alinhamento de posições perceptuaisPasso 1: Identifique a situação-problema ou a negociação.

Associe-se à sua memória da situação. Assuma a primeira posição - sua própria visão. Faça um inventário do estado presente em todos os sistemas representacionais:

O que você vê?

De onde está olhando?

O que ouve?

As vozes de quem você ouve e de onde vêm essas vozes?

Que sensações tem?

De que você está principalmente consciente?



Passo 2: Alinhe a terceira posição.

Imagine-se na terceira posição com relação à situação-problema. Olhe-se e às outras pessoas pelo lado de fora.

Quando adotar essa posição, certifique-se de que está eqüidistante de si mesmo e das outras pessoas para que tenha uma boa visão de todos. A terceira posição não "escolhe lados".

Nessa posição, certifique-se de que:

- está observando no nível dos olhos;

- ouve sua própria voz e da outra pessoa vido de onde você as vê;

- sente sua voz vindo da área de sua garganta, não "incorpórea";


- move quaisquer sentimentos que não sejam sentimentos com recursos de terceira posição para onde devem estar (provavelmente a primeira posição);

- está totalmente equilibrado sobre seus pés.


Como isso muda sua experiência?

Lembre-se dessa terceira posição equilibrada e com recursos. Ancore-a para que possa voltar a ela com facilidade.


Passo 3: Alinhe a primeira posição.

Agora imagine-se em primeira posição na situação-problema.

Verifique todos os seus sistemas representacionais.

Veja através de seus próprios olhos.

Ouça através de seus próprios ouvidos.

Sinta sua própria voz vindo da área da garganta.

Mova quaisquer sentimentos que pertencem à segunda posição para o lugar correto.

O que muda quando faz isso?



Passo 4: Volte à terceira posição e observe quaisquer mudanças adicionais.


Passo 5: Termine na primeira posição.


Passo 6: Faça ponte ao futuro e generalize para outras situações problemáticas.

Como uma primeira ou terceira posição desequilibradas terão contribuído para outras dificuldades?

O que estará diferente agora?

Certifique-se de que sempre que for rever uma situação da terceira posição você usará a âncora que estabeleceu para a terceira posição equilibrada e com recursos.


Muitas pessoas notaram que antes de realizarem esse exercício, sua terceira posição não era tão útil quanto poderia. Normalmente, a outra pessoa aparecia maior, "mais sólida" e mais perto de seu ponto de observação. Da mesma forma, freqüentemente percebiam que não estavam equilibradas na terceira posição, mas inclinadas para o lado.



Cura Rápida de fobias/medo
Vamos trazer aqui 'fobiascomo o medo de abrir um set ou de se divertir abertamente


PASSO 1 - Rapport

"Toda fobia tem uma intenção positiva. Entre em contato com aquela parte do seu inconsciente responsável pelo processo fóbico e reconheça a intenção que ela tem de unicamente proteger você. Agradeça pelo cuidado dedicado a você."

PASSO 2 - BFO

"[u]Talvez seja mais fácil se fechar os olhos... Imagine como você quer estar depois desse medo resolvido (VAC)."

PASSO 3 - Âncora de Recursos (Dissociação)

- Forte estado de recursos positivos. Ancore cinestesicamente, enquanto o explorador instala uma auto-âncora.

- Quebre estado e teste a âncora.


PASSO 4 - Dupla dissociação

- Crie uma tela de cinema.

- Imagine-se na cabine de projeção deste cinema. Visualize uma cadeira e você sentado confortavelmente assistindo a cena.

"De onde você está, você consegue se ver sentado na sala de cinema?"

- Selecione o rolo de filme de vídeo de sua vida que contenha o trauma ou a primeira experiência forte que estabeleceu a fobia.

- Identifique a cena pré-fóbica (quando tudo ainda estava bem) e a cena pós-fóbica (quando tudo estava bem novamente).


PASSO 6 -

- Na cabine (com a âncora de recursos), veja a si mesmo na tela.

"Aqui e agora, observando a pessoa na tela naquele momento..."

- Assista o filme em tempo normal e preto e branco, desde a cena pré-fóbica quando tudo ainda estava bem, até a cena pós-fóbica, quando tudo já estava bem de novo.


PASSO 7 -

- Associe-se a cena final (cena pós-fóbica), coloque cores e passe rapidamente o filme de trás para frente até o início (cena pré-fóbica). Esta operação deve durar até no máximo três segundos.

PASSO 8 -

- Desassocie-se, volte à cabine de projeção e repita os passos 6 e 7 pelo menos três vezes.

PASSO 9 -

- Faça ponte ao futuro, verifique a ecologia e agradeça a sua mente insconciente, pedindo a ela para integrar todo o processo.



A palavra MAS...Analisemos a frase: "Considero você um funcionário muito competente, honesto, dedicado, MAS gostaria que você não chegasse atrasado". Qual frase o funcionário vai memorizar? Certamente, a que é iniciada por "MAS". Além disso, ficará com a impressão de que chegar atrasado chama mais a atenção de seu chefe do que o fato de ser competente, honesto e dedicado.

A palavra "MAS" coloca uma frase em oposição a outra. É como se a frase iniciada por "MAS" apagasse tudo o que havia sido dito antes. 
Como você se sentiria se alguém lhe dissesse: "Gosto muito de você, MAS gosto muito de fulano também" ? Provavelmente, você sentiria que esta pessoa gosta muito mais do fulano do que de você.

Numa discussão, a palavra "MAS" causa ainda mais resistência e tensão. Só de ouvi-la, as pessoas se tornam mais inflexíveis e se colocam na defensiva. Isto acontece porque estamos condicionados ao seu efeito. Ao ouvir um "MAS", soa um sinal de alarme que nos faz defender com mais vigor ainda nossas idéias e posições
Simplificando muito, diríamos que a cada vez que ouvimos um "MAS" em resposta ao que dissemos, num diálogo ou discussão, concluímos que a pessoa que nos fala está contra nós.

O que se pode fazer para evitar os efeitos negativos do "MAS"? Primeiro, não usá-lo da forma como demonstramos nos exemplos acima. Segundo, substituí-lo pela palavra "E", quando isto for apropriado.

Como na frase "Gosto muito de você E gosto muito de fulano também". Ou a frase "Considero você um funcionário muito competente, honesto, dedicado E gostaria que você chegasse no horário". (Lembra-se de que é melhor não usar a palavra "NÃO", conforme dissemos num artigo anterior? Ao invés de dizer "Não chegue atrasado", melhor dizer "Chegue no horário". )

'''A palavra "MAS" pode ser usada de forma positiva para ressaltar um conteúdo desejado: "Meu filho, eu sei que você está triste por ter ido mal na prova, MAS nós sabemos que você é muito inteligente e que estudou bastante". Neste caso, a criança compreenderá que suas habilidades e possibilidades são maiores que o resultado de uma única avaliação. Agora, imagine o que a criança sentiria se a frase fosse invertida desta maneira: "Eu sei que você é muito inteligente e estudou bastante, MAS você foi mal na prova"...''''

As frases que construímos com "MAS" podem ainda revelar visões distorcidas que temos do mundo e de nós mesmos. Podem indicar relações que na verdade não existem. Por exemplo: "Não gosto de ser ríspido, MAS meu trabalho assim exige". Poderíamos perguntar a esta pessoa: "Quer dizer então que se seu trabalho não exigisse, você não seria ríspido?" "Como seria então?" "O que poderia acontecer se você não fosse ríspido em seu trabalho?" Estas e outras perguntas auxiliam a pessoa a buscar informações que ela havia suprimido e a desfazer relações de causa e efeito que não existiam de fato.

Também objeções são expressas através do "MAS": "Este carro é lindo, MAS custa muito caro". Uma forma de lidar com objeções é fazer de conta, por um momento, que elas não existem: "Então se não fosse caro, este seria o tipo de carro que o deixaria feliz? Este tipo de pergunta faz com que o indivíduo avalie melhor seus critérios e prioridades. Seria como se lhe perguntássemos: "[i]O que é mais importante para você, o dinheiro que vai gastar ou o prazer de possuir este carro?